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Covid-19: Reino Unido regista 67 mortos e 624 novos casos

O Reino Unido registou 67 mortes nas últimas 24 horas, elevando para 44.198 o total de vítimas mortais desde o início da pandemia covid-19, anunciou hoje o Ministério da Saúde britânico.

De acordo com a mesma fonte, foram detetados mais 624 novos casos, e foram realizados 171.540 testes de diagnóstico em todo o país.

O número de vítimas mortais das últimas 24 horas é inferior ao do dia anterior, com um registo de 137 mortos.

Hoje, a Inglaterra deu um novo passo para a reativação da economia, ao permitir a reabertura de bares, restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos pela primeira vez, ao fim de três meses.

A Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte optaram por demarcar-se do roteiro do Governo central, e estão a desenhar medidas para um desconfinamento mais lento.

A partir da próxima semana, os viajantes que cheguem de portos e aeroportos ingleses provenientes de 59 países, estarão isentos de cumprir uma quarentena de 14 dias exigida a todos os recém-chegados desde o início de junho.

Espanha, França, Alemanha, Grécia e outros países estão incluídos nessa lista, mas Portugal ficou de fora, tal como os Estados Unidos e a China, entre outros que não entram, para já, nesse corredor aéreo para o Reino Unido.

O ministro britânico da Economia, Rishi Sunak, urgiu os cidadãos a aumentarem o consumo para impulsionar as finanças nacionais, enquanto o ministro da Saúde, por seu turno, pediu aos cidadãos que sejam responsáveis e intensifiquem as medidas de segurança quando reabrirem os bares.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 526 mil mortos e infetou mais de 11 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.598 pessoas das 43.156 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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