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Prostituta invoca segredo profissional e protege juiz cliente

Órgão disciplinar queria saber nome de magistrado que, alegadamente, faz sexo pago enquanto inquire menores.

Ana Loureiro, proprietária de uma “casa de acompanhantes” que foi à Assembleia da República (AR) defender a legalização da prostituição em Portugal, recusou identificar o juiz que, alegadamente, recorreu a pelo menos uma prostituta para ter sexo oral enquanto ouvia crianças por videoconferência, informou o Conselho Superior da Magistratura (CSM) em comunicado emitido esta quinta-feira.

Perante os deputados, a mulher tinha começado por declarar que também “há juízes que vão a estas casas” de prostituição, para, de seguida, particularizar o caso de um destes magistrados que, em simultâneo e com recurso a um telemóvel, “faz videoconferência com menores [vítimas] de abusos sexuais”. “Assim que a criança começa a falar, ele pede para [a prostituta] lhe fazer sexo oral até ao fim do julgamento”, relatou, perguntando aos deputados: “O que é que vai na cabeça deste juiz? E nós, podemos denunciar? Não, não podemos”.

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