Ao todo, 56 mil refugiados de diversas nacionalidades vivem em Angola, no assentamento do Lôvua (Lunda-Norte) e na província de Luanda, revelou, ontem, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
Numa mensagem alusiva ao Dia Mundial do Refugiado, assinalado ontem, o ACNUR indica que nove mil cidadãos da República Democrática do Congo (RDC), provenientes da região do Kasai, em 2017, estão no assentamento do Lôvua (Lunda-Norte) e 47 mil residem em outras províncias do país, maioritariamente em Luanda.
Face ao actual momento imposto pela Covid-19, o ACNUR destaca a resiliência dos grupos mais vulneráveis, a exemplo dos refugiados, que, apesar de viverem em condições extremamente complicadas, contribuem com acções nas comunidades. A organização aponta como exemplo o trabalho desenvolvido pelos refugiados nas comunidades de Luanda e no assentamento do Lôvua, consubstanciado na produção de máscaras para a população local e refugiada.
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