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Somente 13 das 7.627 escolas existentes no país, o equivalente a 8.819 salas de aulas, recebem dinheiro directamente do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2020 para suportar as suas despesas em bens e serviços. Por outro lado, apenas oito das 18 provinciais têm escolas que gozam deste “privilégio”, segundo apurou OPAÍS.
Luanda é a província com mais escolas, seis no total, que recebem dinheiro directamente do OGE, porém, não são as suas que têm custos mais elevados em despesas de bens e serviços. Em primeiro lugar está o Instituto Médio Agrário de Malanje, com uma dotação orçamental de 484 milhões, 2 mil e 136 Kwanzas para este fim.
Em seguida está outra instituição de ensino com a mesma especificidade, o Instituto Técnico Agrário do Cuanza-Norte, que aplicará este ano 465 milhões, 750 mil e 2 Kwanzas em despesas de bens e serviços.
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