Você talvez não conheça Batsheva Hay, Christopher John Rogers ou Carly Cushnie. Eles são estilistas emergentes independentes de Nova York, donos de pequenas grifes que levam seus nomes. Mas nos últimos anos eles foram descritos como “nomes a acompanhar”. Eles ganharam prêmios, vestiram celebridades e foram saudados na Fashion Week.
Dentro de alguns anos é bem possível que você terá vestido criações deles. Por enquanto, porém, os três estão sentados em seus respectivos apartamentos, roendo as unhas enquanto se fazem a mesma pergunta: será que vão conseguir manter suas empresas à tona até a curva do coronavírus ser achatada e as pessoas voltarem a comprar?
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