Um incêndio deflagrou na madrugada desta quarta-feira (24) numa loja situada no rés-do-chão de um edifício na Avenida de Almeida Ribeiro, levando ao encerramento da circulação rodoviária na zona e à mobilização de dezenas de operacionais dos serviços de emergência, avançou o jornal Macao Daily News.
O alerta foi dado por volta das 05h00, de acordo com o jornal. À chegada ao local, os bombeiros detetaram fumo a sair do estabelecimento comercial e iniciaram de imediato as operações de combate às chamas.
Durante a intervenção foram detectados indícios de fuga elétrica através de equipamento de medição, situação que impediu a entrada imediata das equipas no interior do espaço, segundo informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros e citadas pelo Macao Daily News. Perante este cenário, foi montado um dispositivo de combate ao incêndio a partir do exterior, recorrendo a jactos de água e ao apoio de escadas para contenção das chamas.
Após coordenação com a companhia fornecedora de energia para proceder ao corte da eletricidade, os bombeiros conseguiram forçar a entrada no estabelecimento e avançar para o combate direto ao fogo no interior, refere ainda o Macao Daily News.
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As operações envolveram 44 operacionais e 10 viaturas de emergência, incluindo carros-bomba, auto-escadas, viaturas de salvamento, uma ambulância e um veículo equipado com aparelhos de proteção respiratória. Foi igualmente utilizado um drone para apoio às ações de socorro, segundo o jornal.
À hora da publicação da notícia, o local encontrava-se ainda em fase de arrefecimento e de busca, permanecendo por determinar a origem do incêndio.
O Corpo de Polícia de Segurança Pública mobilizou 35 agentes para o local e procedeu ao encerramento da circulação rodoviária nas imediações. Não houve registo de feridos nem foi necessária qualquer evacuação, de acordo com o Macao Daily News. O incidente afetou ainda 17 carreiras de autocarro, tendo sido reforçado o policiamento na zona para minimizar os constrangimentos no trânsito.
O Macao Daily News acrescenta que o edifício afetado integra o património histórico de Macau, razão pela qual técnicos do Instituto Cultural foram destacados para acompanhar a situação e avaliar eventuais impactos provocados pelo incêndio.