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Rendas de habitação, comércio e escritórios recuam em Macau

As rendas das frações habitacionais em Macau registaram uma ligeira descida no primeiro trimestre de 2026, enquanto os valores de arrendamento de lojas, escritórios e espaços industriais continuaram a recuar, segundo dados divulgados pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC)

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A renda média por metro quadrado das frações autónomas habitacionais fixou-se em 140 patacas (14,91 euros) entre janeiro e março deste ano, menos 0.4% face ao quarto trimestre de 2025, de acordo com o relatório da DSEC.

No segmento comercial, a renda média das lojas caiu 1.2%, para 467 patacas (49,73 euros) por metro quadrado. Já os escritórios registaram uma descida trimestral de 1.5%, para 274 patacas, enquanto as frações industriais recuaram 2.2%, para 177 patacas (18,85 euros) por metro quadrado.

Entre as zonas residenciais, a “Barca” e a “Baixa de Macau” registaram descidas nas rendas médias habitacionais, de 1.5% e 0.3%, respetivamente, fixando-se ambas em 119 patacas por metro quadrado.

Em sentido contrário, os “NAPE e Aterros da Baía da Praia Grande” registaram uma subida de 0.8%, para 148 patacas (15,76 euros) por metro quadrado, enquanto a “Zona de Aterros do Porto Exterior (ZAPE)” avançou 0.7%, para 123 patacas.

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Por dimensão dos imóveis, as frações habitacionais entre 50 e 99,9 metros quadrados registaram uma descida de 0.6% nas rendas médias, para 139 patacas (14,8 euros) por metro quadrado. Já os apartamentos entre 100 e 149,9 metros quadrados e os de área igual ou superior a 150 metros quadrados registaram ambos aumentos de 0.2%, fixando-se em 130 e 124 patacas (13,84 e 13,20 euros), respetivamente.

No setor comercial, a DSEC indica que as rendas médias das lojas localizadas na “Barca” e em “Horta e Costa e Ouvidor Arriaga” recuaram 2.4% e 1.1%, respetivamente, devido à entrada de contratos de arrendamento com valores mais baixos. Por outro lado, as rendas das lojas na “Baixa de Macau” aumentaram 1.2%, para 656 patacas (69,85 euros) por metro quadrado, enquanto na zona da “Areia Preta e Iao Hon” subiram 0.7%, para 439 patacas (46,74 euros).

Na comparação anual, face ao primeiro trimestre de 2025, apenas as rendas habitacionais registaram crescimento, com uma subida de 0.9%. Já as rendas dos escritórios caíram 5.3%, as das frações industriais recuaram 4.7% e as das lojas diminuíram 3.4%.

Os dados das Estatísticas das Rendas têm por base as declarações de arrendamento sujeitas à Contribuição Predial da Direcção dos Serviços de Finanças, segundo a DSEC. O levantamento exclui imóveis pertencentes ao Governo da RAEM e a associações filantrópicas.

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