A delegação chinesa foi chefiada por Gao Wei, secretário-geral adjunto da Comissão Nacional de Controle de Narcóticos, e incluiu representantes de vários organismos do Interior da China, de Macau, de Hong Kong e da missão permanente chinesa junto das Nações Unidas em Viena.
Pela RAEM participaram a vice-presidente do Instituto de Acção Social, Hoi Va Pou, e o chefe de departamento Cheang Io Tat, bem como o subdirector da Polícia Judiciária, Sou Sio Keong, e a chefia funcional Lei Hon Nei.
A sessão reuniu mais de 2.000 representantes de mais de 110 países-membros, organizações internacionais e organizações não-governamentais. Em cima da mesa estiveram temas como a aplicação das convenções internacionais de controlo de drogas, a inclusão de novas substâncias nas listas de controlo e a articulação entre políticas antidroga e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.
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Durante o debate geral, a parte chinesa reiterou a defesa de uma estratégia de equilíbrio entre redução da procura e redução da oferta, reforçando a oposição à legalização das drogas e sublinhando os resultados alcançados em 2025 no tratamento abrangente do problema. A delegação apelou ainda ao reforço da cooperação internacional e à defesa da autoridade das três convenções antidroga e do atual sistema internacional de controlo de estupefacientes.
Ao longo da sessão realizaram-se mais de 160 reuniões paralelas e exposições. A China promoveu uma reunião paralela dedicada aos riscos do consumo, entre os jovens, de substâncias viciantes ainda não sujeitas a controlo e ao abuso de medicamentos sujeitos a receita médica, além de uma exposição temática intitulada “de prevenção a nova criação”.
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Os representantes de Macau intervieram na sessão plenária enquanto membros da delegação chinesa e participaram também em várias reuniões paralelas. Estiveram igualmente presentes 14 representantes de organizações não-governamentais, associações juvenis e instituições do ensino superior de Macau, que participaram em atividades paralelas e intervieram em cinco reuniões.
Segundo o Governo, a RAEM vai continuar a articular-se com os trabalhos nacionais de combate à droga, acompanhar a atualização legislativa sobre novas substâncias sujeitas a controlo e reforçar o papel das organizações não-governamentais de Macau, em particular no apoio aos jovens e na promoção internacional das “histórias da China” e das “histórias de Macau”.