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Médio Oriente: Ministério da Defesa da China pede fim imediato das operações militares

A China apelou à suspensão imediata das operações militares no Médio Oriente, alertando para o risco de uma escalada que possa agravar a instabilidade regional

Plataforma com Xinhua

O Ministério da Defesa da China apelou, na quarta-feira, ao fim imediato das operações militares no Médio Oriente, depois de ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão. O porta-voz do ministério, Jiang Bin, afirmou que as ações foram lançadas sem autorização do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e durante negociações em curso entre Washington e Teerão.

O porta-voz fez as declarações em resposta a perguntas de jornalistas sobre os recentes ataques militares contra o Irão. Estas ações constituem uma violação grave do direito internacional e das normas básicas que regem as relações entre os Estados, segundo o responsável.

Jiang afirmou que a China se opõe firmemente a qualquer medida que viole a soberania e a segurança de outros países, bem como ao uso da força ou à chamada “lei do mais forte” nas relações internacionais.

O porta-voz alertou ainda que a continuação ou escalada das hostilidades não terá vencedores e poderá empurrar o Médio Oriente para uma situação mais perigosa, agravando o sofrimento das populações da região.

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Para Pequim, acrescentou, a prioridade imediata deve ser a suspensão das operações militares e o regresso ao diálogo e à negociação.

O responsável apelou também a esforços conjuntos da comunidade internacional para preservar a paz e a estabilidade no Médio Oriente e noutras regiões.

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