António José Seguro começou esta quinta-feira a campanha numa startup, a DNA Cascais, que acolhe, fisicamente, 34 empresas. O candidato presidencial lembrou a importância do empreendedorismo e do investimento, antes de abordar as medidas mais urgentes no que toca ao acudir das famílias vitimadas pelas intempéries climáticas que afetam Portugal há quase duas semanas. “Há algo que é claro para toda a gente. É que o Estado português não está preparado para situações desta natureza e tem de estar. Não se preparou para estas catástrofes e tem de o fazer. Tem de saber acudir as empresas, as pessoas. E eu não consigo compreender como é que ainda não se restabeleceu o fornecimento de energia elétrica e de água para a população”, destacou criticamente o candidato presidencial que, ainda assim, vinca ser necessário dar “estabilidade política a Portugal”, afirmando-se como o “garante” dessa mesma estabilidade.
Confrontado com a ausência de geradores e forma de garantir a preservação de materiais médicos como a insulina, atacou novamente: “Continua a acontecer porque não houve planeamento. Não há organização. Porque se houvesse planeamento e organização, sabia-se como fazer as cadeias de abastecimento.” “Não podemos viver numa situação de improviso”, lamentou.
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