Segundo o “Observador”, a juíza considerou que, ao abrigo da lei do país, o caso deve ser decidido por um júri. A defesa reagiu afirmando que o ator “refuta as acusações” e está confiante de que o júri “chegará à mesma conclusão”.
Nuno Lopes poderá apresentar uma moção até ao dia 30, caso queira acrescentar novos elementos.
A guionista, atriz e realizadora Anna Martemucci, conhecida como A.M Lukas, processou o ator português em novembro, acusando-o de a “drogar e violar” a 28 de abril de 2006, depois de um evento que terá tido lugar no âmbito do festival de cinema norte-americano Tribeca.
A mulher alega que, recém-saída da faculdade, estava a participar na festa de estreia de uma amiga quando conheceu Nuno Lopes e que este lhe terá alterado a bebida. A atriz recorda que o corpo foi ficando estranhamente pesado e que ficou inconsciente, tendo sido levada para o apartamento de Nuno Lopes contra a sua vontade. Na acusação, A.M Lukas refere que se lembra de acordar, perceber que tinha sido violada e de o ator lhe ter chamado um táxi.
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