Landry revelou à Fox News que planeia visitar a Gronelândia em março e sublinhou que o presidente Trump “está sério” quanto à aquisição da ilha, que é território autónomo pertencente ao Reino da Dinamarca. Acrescentou que as negociações dependem agora do Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e do Vice-Presidente JD Vance.
A delegação do Congresso, composta por senadores republicanos Thom Tillis e Lisa Murkowski e pelo senador democrata Chris Coons, reuniu-se com a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e o primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, para demonstrar solidariedade face às ameaças percecionadas dos EUA e apoiar a preparação da ilha para emergências. A Dinamarca comprometeu-se a fornecer assistência para reforçar a capacidade de resposta do território a crises.
As autoridades gronelandesas, incluindo o ministro da Pesca e Ambiente, Peter Borg, elogiaram o apoio dinamarquês, sublinhando que residentes de Nuuk manifestaram receio quanto a ações norte-americanas e se prepararam de forma independente para possíveis emergências.
Apesar das declarações da Casa Branca sobre avanços nas discussões sobre a aquisição da Gronelândia pelos EUA, os ministros da Dinamarca e da Gronelândia contradisseram essas afirmações, esclarecendo que nenhum acordo foi alcançado. Foi apenas criada uma força-tarefa para estudar se as preocupações de segurança dos EUA no Árctico podem ser atendidas.
Frederiksen destacou que a defesa da Gronelândia é uma “preocupação comum” da NATO, enquanto tropas internacionais começaram a chegar à ilha. A Alemanha, por exemplo, realiza missões de reconhecimento para avaliar a viabilidade de estacionar caças Eurofighter na região.