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As lutas, organizadas entre 15 e 19 de dezembro, deram origem a processos disciplinares que podem culminar na expulsão de alunos. Nos vídeos, é possível ver dois candidatos a polícia a lutar como se de um verdadeiro round de boxe se tratasse, com um árbitro a dar o início das “hostilidades”.
Equipados com luvas da modalidade, os dois “atletas” estão rodeados por dezenas de alunos que incentivam à luta ao mesmo tempo que filmam e iluminam com lanternas. É que o ringue foi montado numa casa de banho, com as luzes desligadas, para não atrair a atenção da hierarquia da EPP.
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