“Putin tem de saber que, se voltar a atacar a Ucrânia após um acordo de paz, a reação será devastadora”, afirmou Mark Rutte, referindo-se ao presidente russo, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.
Rutte explicou durante uma conferência de imprensa em Orzysz, no norte da Polónia, que qualquer país do espaço euro-atlântico pode solicitar a adesão à NATO, conforme disposto no Tratado do Atlântico Norte.
Referiu que na cimeira de 2024, os líderes da NATO concordaram que o caminho da Ucrânia para a adesão era irreversível.
Mas admitiu a existência de “elementos práticos” e que alguns aliados, entre os quais a Hungria e os EUA, sinalizaram que não darão o consentimento à entrada da Ucrânia, que tem de ser aprovada por unanimidade.
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