Num comunicado publicado no seu portal oficial, a empresa chinesa indica que espera concluir a operação no primeiro trimestre de 2026, estando ainda sujeita à aprovação dos reguladores competentes.
A venda será concretizada através de um pagamento inicial de 900 milhões de dólares (765 milhões de euros) e outro adicional de 115 milhões de dólares (98 milhões de euros), condicionado ao volume de vendas durante o primeiro ano após a conclusão oficial do negócio.
A CMOC ficará com três explorações que totalizam cerca de 3,87 milhões de onças de ouro em reservas: Aurizona, no estado de Maranhão (nordeste do Brasil); o complexo de Bahia (este), que inclui as minas de Fazenda e Santa Luz; e RDM, no estado de Minas Gerais (centro).
“Tendo em conta os ricos recursos naturais e o ambiente geopolítico estável do Brasil, esta aquisição representa uma adição estratégica aos nossos ativos existentes, criando uma sinergia mais forte e uma presença crescente da CMOC na América do Sul”, afirmou o presidente da empresa, Liu Jianfeng.
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