Ao discursar no evento, a Vice-Presidente da República destacou o poder da Cultura em unir os povos e fortalecer a confiança entre as nações, no quadro do intercâmbio cultural.
Esperança da Costa disse que o poder cultural não pode servir apenas para a troca de ideias, valores, conhecimentos e tradições, mas deve ser também uma ponte que aproxime as nações e estimule as várias formas de criatividade que alimenta o espírito de paz no mundo.
Segundo a Vice-Presidente da República, o mundo de hoje é marcado pela interconectividade e desafiado por profundas transformações resultantes do processo da globalização e dos avanços tecnológicos, que têm mudado “profundamente” a forma como as sociedades vivem, produzem e se relacionam.
Durante o evento, que juntou mais de 500 individualidades, Esperança da Costa lembrou aos presentes que Angola é um país multicultural, que, recentemente, comemorou meio século de Independência. “Celebramos 50 anos de um Estado soberano, num percurso de desafios, conquistas e de vitórias”, realçou.
A cultura angolana, prosseguiu a Vice-Presidente da República, reflecte-se na acção quotidiana, na música e dança, assim como nos rituais de passagem, na diversidade das línguas, na genialidade das invenções e nas formas de organização social.
Leia mais em Jornal de Angola