Estas proclamações, através das quais os presidentes norte-americanos destacam determinados temas que lhes são caros durante um dia ou uma semana, têm sobretudo um valor simbólico.
Denunciando “uma das ideologias mais destrutivas da história”, o líder republicano, de 79 anos, argumenta no texto divulgado pela Casa Branca (presidência norte-americana) que, atualmente, “novas vozes repetem velhas mentiras”.
“Hoje, novas vozes repetem velhas mentiras, disfarçando-as com expressões como “justiça social” ou “socialismo democrático””, afirmou Trump, numa aparente referência à corrente política defendida pelo democrata progressista Zohran Mamdani, recém-eleito presidente da câmara de Nova Iorque.
“A mensagem continua a ser a mesma: renunciem às vossas liberdades, confiem no poder do Governo e troquem a esperança de propriedade pelo conforto vazio da vigilância”, frisou Trump, que não especificou quais as medidas que vai tomar ao longo da “semana anticomunista”.
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