Perguntei ao mais famoso arqueólogo egípcio, Zahi Hawass, que visitou Portugal no início do ano, como explicava que figuras de há tantos milénios, como Tutankhamon, Nefertiti ou Hatshepsut, hoje em dia sejam nomes que praticamente toda a gente conhece em todo o mundo. A resposta foi: “porque o Antigo Egito tem mais magia do que qualquer outra civilização no mundo. Se perguntar a uma criança nas ruas de Lisboa para lhe dizer o que é o Egito, ela responder-lhe-á a Grande Pirâmide de Khufu [Quéops], conhecida por todos. Ou dirá a Esfinge, sobre a qual revelei os segredos. Ou falará de Tutankhamon e das múmias. Portanto, isso é realmente natural, porque o Antigo Egito é incrível. É uma civilização que traz emoção, magia e mistério a todos”.
A civilização do Antigo Egito, com toda a sua magia, tem agora um novo espaço de excelência para ser vista e apreciada, pois este sábado inaugura-se o Grande Museu Egípcio (GEM, na sigla em inglês), situado junto às Pirâmides de Gizé, não muito longe do Cairo, e do Nilo, rio que na mesma entrevista ao DN, Hawass descreveu como “uma fonte de vida para o Egito”, hoje como no passado.
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