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Festival da Lusofonia: Calema e Marisa Liz atuam nas Casas Museu da Taipa

Já é conhecido o programa do Festival da Lusofonia deste ano, que se realiza entre 24 de Outubro e 2 de Novembro, integrado no 7º Encontro em Macau – Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa. Na música, esperam-se nomes como Calema, Marisa Liz, Rui Orlando ou Josslyn

Andreia Sofia Silva

A música e o universo da cultura em língua portuguesa estão de regresso às Casas Museu da Taipa ao Festival da Lusofonia. O evento, que decorre entre os dias 24 de outubro e 2 de novembro, em dois fins-de-semana, está integrado na sétima edição do Encontro em Macau – Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa.

O destaque este ano vai para a cultura angolana, segundo o programa apresentado na terça-feira. Porém, na música destaca-se dois nomes bem conhecidos do público: a cantora portuguesa Marisa Liz, que pertencia à banda Amor Electro, que atua no dia 1 de novembro às 21h30, e os Calema, a representar São Tomé e Príncipe, que atuam logo no arranque do festival, a 25 de outubro, às 21h30.

As restantes escolhas musicais recaem em Rui Orlando, de Angola, com o espetáculo agendado para o dia 26 de outubro, às 20h40, ou os Memu Sunhu, da Guiné-Bissau, que atuam no primeiro dia do festival, também às 20h40. Segue-se Josslyn, de Cabo Verde, a 31 de outubro; os Galaxy, de Timor-Leste, a 2 de novembro; os Carimbó Paidégua, do Brasil, marcados para o dia 26 de outubro, às 19h10; os Negros Unidos, a representar a Guiné Equatorial, no dia 25 de outubro, às 19h55; os Tafika, de Moçambique, no dia 2 de novembro, e, a fechar, os Sanskruti Sangam, de Goa, Damão e Diu, no dia 1 de novembro, às 19h15.

Além destes espetáculos principais, a música acontece na zona das Casas Museu da Taipa a partir das 19h30, com espetáculos de músicos e bandas locais como os Concrete/Lotus, Elvis de Macau, Giuliana Fellini e banda, Fabrizio Croce, The Bridge, Rita Portela ou Banda 80&Tal. As atuações decorrem até às 22h.

Com organização do Instituto Cultural (IC), o evento promete trazer “ao público uma diversidade cultural e a oportunidade de vivenciar a dinâmica e a vitalidade do mundo lusófono, contando com uma programação de atividades que inclui espetáculos de música e dança, jogos e degustação gastronómica”, descreve a entidade numa nota.

A ideia é revelar os detalhes das culturas das comunidades lusófonas residentes em Macau, onde a comunidade macaense não fica esquecida. De resto, na banca de cada associação participante haverá artesanato, trajes tradicionais, gastronomia e informação turística de cada país ou região. Os visitantes podem ainda participar nos Jogos Tradicionais Portugueses, Torneios de Matraquilhos e Jogos Recreativos para Crianças.

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