A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) encontrou no INEM mais de 75.000 documentos por validar relativos a pagamentos a bombeiros e Cruz Vermelha e aponta falta de transparência, deficiente prestação de contas e risco de duplo financiamento.
Na auditoria pedida pelo Governo ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), a que a Lusa teve acesso, a IGF fala de falta de transparência, deficiente prestação de contas por parte dos beneficiários dos apoios financeiros (bombeiros e Cruz Vermelha) e da ausência de “uma avaliação efetiva dos serviços prestados/resultados alcançados”.
Alerta ainda para a possibilidade de incumprimento contratual por parte dos parceiros do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).
A auditoria da IGF, que analisou sobretudo o período 2021/2024, diz que o financiamento dos bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) assentou em protocolos e despachos avulsos e regimes diversos, incluindo casos “sem evidente enquadramento normativo” e aponta “fragilidades relevantes” no processos de conferência dos subsídios pagos pelos meios protocolados.
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