João Lourenço lançou o apelo durante o discurso na sessão plenária da 80.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, aberta, como manda a tradição, pelo Brasil, seguido dos Estados Unidos da América.
As dificuldades e a crise que o mundo atravessa neste momento, disse, devem servir de mote para a ONU ressurgir e passar a ser mais actuante, evitando, deste modo, que o seu papel como principal entidade de governação global se dilua.
O estadista angolano esclareceu que a ideia é evitar que a ONU se transforme numa instituição incapaz de assegurar a paz mundial, tendo, por isso, sublinhado que é da responsabilidade dos Estados-membros evitar que tal aconteça.
“As Nações Unidas, na sua forma actual, é a única organização com capacidade para agir em nome de todos nós, em busca de consensos mundiais a favor da paz e com legitimidade de chamar à razão os Estados-membros que desvirtuam os seus fundamentos na forma como actuam na cena internacional”, declarou.
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