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‘Não há acidente aqui; são prioridades, são escolhas’, diz brasileiro sobrevivente de bondinho que descarrilhou em Lisboa

Elevador da Glória se chocou desgovernado contra prédio e matou 16 pessoas

Cinco dias depois, as mãos de Gustavo Scofano, 41, ainda exibem marcas nos dedos e nas costas, com pontos de sutura. O jornal Público encontrou o brasileiro nesta segunda-feira (8). Programador e distribuidor de cinema, ele vive em Portugal há oito anos e está entre os 23 feridos do acidente do Elevador da Glória, que deixou 16 mortos.

Por volta das 18h (14h de Brasília), Gustavo subia a rua pelo lado direito quando ouviu um estrondo. Pensou que fosse apenas uma trava do elevador que estava nos Restauradores. Continuou a caminhar até ver um senhor dar meia-volta —logo em seguida, percebeu o bondinho vindo em sua direção. A última imagem de que se lembra é a do homem se atirando ao chão. Num gesto instintivo, repetiu o movimento e conseguiu escapar.

O que se seguiu é relatado neste testemunho, em discurso direto, no qual Gustavo partilha sua visão sobre o que considera estar em causa neste acidente e sobre as decisões e escolhas de quem gere a vida coletiva na cidade.

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