Portugal tem menos de 90 lugares para instalar migrantes em situação irregular. A Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras da PSP espera conseguir a saída voluntária dos imigrantes notificados, o problema é que esta também depende do acordo dos países de origem e, por isso, o processo pode ser mais demorado. A possibilidade de criar campos fará com que Portugal não precise de recorrer a países terceiros para receber os migrantes ilegais, como fez Itália.
Em entrevista à TSF, João Ribeiro, diretor nacional-adjunto da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras Aeroportuária, a que pertence à Unidade de Estrangeiros e Fronteiras da PSP, afirma que o objetivo é ter 300 lugares nos centros de instalação temporária do Porto e Lisboa e ainda ter “capacidade para montar campos para outras 300 pessoas”.
Leia mais em TSF