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América Latina teme represálias comerciais dos EUA após fortalecer relação com a China

Governo brasileiro descreve evento da Celac na China como continuação da política de longa data do país, mas se mantém atento a momento delicado

A Colômbia enfrenta a possibilidade de represálias comerciais dos EUA depois que seu presidente de esquerda, Gustavo Petro, anunciou que planeja aderir à iniciativa de infraestrutura Cinturão e Rota (BRI, na sigla em inglês) durante uma visita à China para uma reunião regional na próxima semana.

O dilema de Bogotá reflete um problema mais amplo enfrentado pela Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos): como diversificar o comércio e os investimentos sem incorrer na ira do presidente dos EUA, Donald Trump.

Pequim sediará um fórum ministerial com a Celac no dia 13 de maio, no qual o presidente chinês, Xi Jinping, fará o discurso de abertura, conforme relatou a mídia estatal Xinhua no domingo (11), destacando a importância do evento para Pequim.

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