A afirmação surge numa resposta a uma interpelação escrita da deputada Song Pek Kei que questionava o Executivo sobre se não seria benéfico a inclusão deste método sem pagamento nos serviços ao dispor dos residentes.
Na mesma resposta assinada pelo diretor do Instituto de Ação Social, Hon Wai, o Governo lembra que lançou o «Programa de Comparticipação no Tratamento de Procriação Medicamente Assistida», com o objectivo de fornecer aos casais inférteis avaliações de situações clínicas de infertilidade.
Os serviços de procriação medicamente assistida estão disponíveis para os casais que deles necessitam por um período máximo de dois ciclos e tratamento de complicações relacionadas.
Além disso, prevê-se que o Complexo de Cuidados de Saúde das Ilhas reúna as condições necessárias para a prestação de serviços de procriação medicamente assistida no segundo semestre de 2025.
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