Segundo o economista, em Macau são cada vez mais os que vão a Zhuhai para “comprar produtos que são muito mais baratos”. “Por outro lado, há as compras online, nomeadamente do Taobao, que também têm preços muito competitivos e, portanto, a situação é mais complicada para Macau”.
“Nós dependemos de tudo, de importações e exportações fazemos pouco”, reflecte Félix Pontes.
Por isso, um programa de estímulo à economia teria de ser posto no terreno, de acordo com o agora consultor financeiro, com o recurso a “cupões ou vouchers”, com os quais “os cidadãos pudessem adquirir apenas em estabelecimentos comerciais de Macau”.
Só assim, defende, se evitaria que o dinheiro a mais na carteira não acabasse por ser gasto em em Zhuhai e a medida não tivesse qualquer “efeito prático”.
Já o economista José Isaac Duarte, professor na Universidade de Macau, não acredita que a RAEM necessite de um programa de apoio ao consumo como aquele que o Governo Central quer executar na China Continental. “
Leia mais em TDM Radio Macau