A conta considera um aumento acima da inflação de 2,5% no ano que vem, no limite permitido pela regra fiscal, e de 2% em 2026, em linha com a expansão prevista para o teto de despesas naquele ano.
Pela regra atual, o salário mínimo teria ganho real de 2,9% em 2025, conforme o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Em 2026, a alta seria de 3,2% acima da inflação, considerando a projeção do Ministério da Fazenda para o crescimento neste ano.
Com uma correção mais moderada do piso nos próximos dois anos, o ponto de partida para a atualização do valor nos períodos seguintes também ficaria menor, multiplicando a economia. Simulações internas do governo indicam uma redução potencial de R$ 22 bilhões nas despesas em quatro anos.
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