Quer sair ou não? Assinar agora e sair depois é possibilidade? E se corre mal? “Ainda não chegámos a essa parte. Um clube fala com o outro clube e depois dá-se o próximo passo com o treinador. Isso são coisas minhas. Se quero ir ou não, é a decisão que estamos aqui a falar. Não vou dizer ‘claro que sim'”.
Não teme que os jogadores fiquem zangados por o verem sair? “Sem dúvida. Mas eu não me meto na vida dos jogadores. Sem dúvida que se eu sair vão ficar desapontados e tristes comigo, mas faz parte da vida. Aconteceu no Braga, quando vim da estabilidade do Braga para aqui. Acreditavam que estávamos a construir algo especial, mas acontecem coisas que mudam a vida das pessoas. É uma situação difícil. Percebo que estejam desapontados e tristes, tenho de viver com isso. Importante é dar a cara e explicar.”
Por quê trocar a estabilidade por um clube instável? “Estamos a dar passos em frente nesse aspeto. Vão ficar esclarecidas quando tiver algo a dizer. Responder parecia que estava a passar a carroça à frente dos bois. Os adeptos merecem. Não posso comentar isso agora.”
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