Mudança climática tornou chuva no Rio Grande duas vezes mais provável, aponta estudo

El Niño teve influência equivalente à do aquecimento global no evento extremo; falhas de infraestrutura potencializaram danos

por Nelson Moura

As mudanças climáticas provocadas pelas emissões de gases de efeito estufa das atividades humanas dobraram a probabilidade de ocorrência das chuvas que devastaram o Rio Grande do Sul. O El Niño teve um papel igualmente importante, enquanto falhas de infraestrutura pioraram os danos provocados pelas inundações.

As conclusões são de um estudo do WWA (World Weather Attribution) feito por pesquisadores do Brasil, Reino Unido, Suécia, Holanda e Estados Unidos divulgado nesta segunda-feira (3).

A análise levou em consideração a precipitação em dois intervalos de tempo: de quatro dias, 29 de abril a 4 de maio, e de dez dias, de 26 de abril a 5 de maio. Ambos os eventos foram considerados extremamente raros no clima atual, ocorrendo aproximadamente uma vez a cada 100 anos.

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