Das tantas questões urgentes e graves com as quais precisa lidar em meio à tragédia das enchentes, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), afirma que a mais difícil e prioritária é a definição de como irão morar os cerca de 15 mil desabrigados na cidade.
“Não tem imóveis disponíveis nesse momento”, disse Melo em entrevista à Folha. Ele calcula que o total de pessoas que necessitam de um novo lar na capital –cidade com o maior número de residências atingidas– deve chegar a 30 mil e conta que pediu ao governo federal que comande um plano de habitação para tanta gente.
O prefeito se defendeu das críticas, feitas sobretudo por especialistas, de que houve negligência do poder público na manutenção e falta de investimentos no sistema de proteção contra enchentes da capital. Mas reconheceu que o que tem sido feito não é suficiente e que será necessário “revisitar todo o sistema”.
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