“A redução dos 70% anunciados para aqui não vão ser. Vão ser talvez cerca de 50, porque houve alguma flexibilidade nas decisões que foram anunciadas, há alguns aquíferos que se podem utilizar e há algumas reduções que nós vamos fazer no aumento da eficiência dos regadios. O regadio agrícola perde pouquíssima água. Eu sou responsável por uma área de oito mil hectares de regadio, temos perdas de 1% ou 2%. As câmaras municipais perdem 30%, o consumidor de água final no Algarve, o cidadão que tem uma torneira lá em casa, paga água 30% mais cara porque 30% que entra nas redes municipais perde-se tratada com um custo enorme e é paga por cada um dos cidadãos. Deixa-nos preocupados, deixa-nos naturalmente com uma aflição, mas gerir a 50% é diferente do que gerir a 70%”, revela na TSF Macário Correia.
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