Ameio de uma residência literária em Cascais, promovida pela Fundação D. Luís I, encontramos a escritora Leila Slimani, um dos atuais expoentes da literatura francófona que em 2016 venceu o Prémio Goncourt – o mais prestigiado de França – com o romance Canção Doce. A autora, que tem os seus livros traduzidos em mais de 50 línguas, vive em Lisboa há um par de anos e está a terminar um novo livro onde irá continuar a saga familiar. Em Cascais, num dia muito chuvoso, numa livraria de obras já lidas (a Deja Lú), a conversa não teve pejo em abordar as crises que assolam o planeta, a condição humana , a França, Marrocos e a sua relação com a cultura portuguesa.
Esta residência artística, que em outras ocasiões recebeu nomes como Olivier Rolin ou Michael Cunningham, foi uma oportunidade para terminar o seu próximo livro?
Aceitei porque é uma grande oportunidade para me focar na escrita durante algum tempo, o que nem sempre é fácil no dia a dia e com filhos. Estava mesmo a precisar de me focar. Quanto ao novo livro… ainda estou no processo de escrita, não consigo dizer em que parte estou.
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