Pavlo Sadokha trouxe a sua família para Portugal em 2022, depois da invasão russa. Os pais têm mais de 80 anos, a irmã e o cunhado estão na casa dos 50 e têm um filho deficiente. Pediram ajuda à Segurança Social, sem ninguém os ter avisado que se perde o direito ao apoio assim que um dos membros do agregado familiar comece a receber um salário superior ao valor do subsídio. Mesmo assim, Pavlo afirma que avisou a instituição que o cunhado estava empregado e que “nada mudou”. A família “continuou a receber cheques” em nome do seu pai, Oleskii Sadokha.
“Agora recebemos uma carta onde estava escrito que, como o meu cunhado começou a trabalhar, não tenho direito ao apoio e tenho de devolver um valor bastante grande (…). Onde que é que a minha família consegue agora estes valores? São 2300 euros”, conta.
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