Kostyuchenko, que na época trabalhava como jornalista do antigo jornal independente “Novaya Gazeta”, localizado perto de Mariupol, na Ucrânia, e que entretanto fechou, conseguiu escapar para Berlim.
No dia 17 de outubro do ano passado, o jornalista viajou a Munique para solicitar um visto ucraniano para continuar a cobrir a guerra para o “Meduza”, site de notícias independente com sede em Riga, na Letónia. Porém, na viagem de regresso de comboio, começou a sentir sintomas de envenenamento, incluindo fortes dores de cabeça, fraqueza, falta de ar e náusea. “O suor tinha um cheiro forte e estranho, como fruta podre”, escreveu Kostyuchenko, de acordo com o jornal britânico “The Guardian”. Mais tarde, a jornalista teve um inchaço no rosto, nos dedos das mãos e dos pés.
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