“Este tipo de evento tem um impacto estratégico muito grande. Nunca tínhamos organizado um evento desta dimensão e ficou visível para o mundo inteiro a capacidade organizativa de Lisboa. Dá uma quota de prestígio a nível internacional muito importante e que ficou à vista de todos”, destaca o diretor-geral da ATL.
Vítor Costa acredita que a JMJ se traduziu “num benefício reputacional muito grande” para a cidade, colocando Lisboa no centro das atenções nas últimas semanas.
“A projeção internacional que Lisboa teve foi muito impactante. Não conseguimos sequer imaginar o número de contactos que este evento originou. Mais de um milhão de pessoas que participaram usaram redes sociais, transmitiram imagens e fotografias. E os cinco mil jornalistas que estiveram presentes não falaram só do evento, mas também da cidade”, acrescenta o responsável.
Vítor Costa não duvida que os efeitos para o turismo “serão imediatos” e que a cimeira católica ajudará a abrir portas em breve. “O impacto será no curto prazo. Há um ganho reputacional que mostra que Lisboa tem uma capacidade organizativa muito grande. Neste momento, há muitos eventos, como congressos internacionais, que estão a ser decididos. Está a ser planeado se serão realizados em Lisboa, Viena, Barcelona ou Londres, por exemplo. E Lisboa aparece reforçada nessa competição”, acredita.
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