“O nosso Secretário de Relações Exteriores convocou o Embaixador Huang hoje e entregou-lhe uma nota verbal com imagens e vídeos sobre o que aconteceu, estando nós à espera da sua resposta”, disse Marcos aos jornalistas.
O incidente mais recente ocorreu no sábado, quando a Guarda Costeira das Filipinas escoltava barcos fretados que transportavam alimentos, água, combustível e outros mantimentos para o pessoal militar filipino destacado no Banco Segundo Thomas, nas Ilhas Spratly.
Pequim reivindica quase todo o Mar do Sul da China, por onde passam biliões de dólares em comércio anualmente, e ignorou uma decisão de um tribunal internacional em 2016 que considerou a sua reivindicação sem base legal.
As forças militares e a guarda costeira das Filipinas acusaram a Guarda Costeira da China de bloquear e disparar canhões de água durante a missão de reabastecimento.
Condenaram as ações das embarcações chinesas como “ilegais” e “perigosas”.
Os Estados Unidos, o Reino Unido, a Austrália e a União Europeia também criticaram as ações de Pequim.
A China afirmou no domingo que tomou “controlos necessários” contra barcos das Filipinas que “entraram ilegalmente” nas suas águas.