O primeiro-ministro manifestou-se esta quinta-feira surpreendido por se desvalorizar, em Portugal, a “relevância da quebra de segurança quanto a documentos classificados”, garantindo que respondeu às questões do PSD sobre a atuação do SIS “pela mesma via” que as recebeu.
“Há uma coisa que me surpreende um pouco, que é a forma como em Portugal, de repente, se desvaloriza a relevância da quebra de segurança quanto a documentos classificados. Todos nós nos recordamos como muito recentemente um ex-Presidente dos Estados Unidos e o Presidente dos Estados Unidos foram objeto de investigação”, apontou António Costa.
Falando à imprensa portuguesa no final da segunda cimeira da Comunidade Política Europeia, na cidade moldava de Bulboaca, o chefe de Governo reiterou que “ninguém acionou o SIS [Serviço de Informações de Segurança], ninguém deu instruções ao SIS, já toda a gente sabe a história”.
“A chefe de gabinete do senhor ministro das Infraestruturas comunicou ao SIS que houve uma quebra de segurança com documentos classificados e o SIS agiu em conformidade”, insistiu, apontando que “foi da sua própria iniciativa que ela ligou ao SIS”. “Isto é claríssimo”, salientou.
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