O país organizador do Campeonato do Mundo de futebol enfrenta duras críticas quanto à situação atual dos direitos humanos, direitos das mulheres e comunidade LGBTQ+.
O Qatar enfrenta uma “campanha sem precedentes” de críticas durante os preparativos do Campeonato do Mundo de Futebol, que começará dentro 26 dias, informou esta terça-feira o emir Tamim bin Hamad al Thani.
O país conservador e rico em recursos energéticos gastou milhões de dólares para organizar o primeiro Mundial num país árabe, mas enfrenta várias críticas relacionadas com os direitos humanos.
Numa demonstração pública de irritação pouco habitual, o emir Tamim bin Hamad al Thani disse que o Qatar é vítima de “invenções e duplos padrões”, insinuando que existem motivos ocultos por trás das críticas.