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Em comunicado, os comunistas felicitaram o MPLA e consideraram que os 51,17% alcançados pelo partido expressam o reconhecimento por parte da população “do percurso histórico e papel fundamental” daquela força política “na conquista da independência, da defesa da soberania e da integridade territorial face à agressão do regime de apartheid”.
No documento, citado pela CNN, o PCP “denuncia as operações de ingerência que a partir de Portugal procuram, uma vez mais, promover a desestabilização de Angola”, alertando para a tentativa “de colocar em causa o processo eleitoral” por parte da UNITA e de outras forças políticas “perante a sua derrota” e “à semelhança de situações anteriores”.
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