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Corrida ao iodo para proteger da radiação é “disparate”

Crescente procura por iodeto de potássio nas farmácias desde o ataque à central nuclear de Zaporizhzhia.

Desde o ataque à central nuclear de Zaporizhzhia, a maior da Ucrânia, que as farmácias europeias e também as portuguesas têm registado uma procura crescente por suplementos de iodo para proteger de uma eventual exposição à radioatividade.

A Associação Nacional de Farmácias confirma o aumento da procura desde sexta-feira e está a ultimar orientações para ajudar os farmacêuticos a responder às dúvidas dos utentes.

Médicos e farmacêuticos alertam que a preocupação dos portugueses não se justifica – pela distância a que o país se encontra da Ucrânia – explicam que os comprimidos com iodo disponíveis nas farmácias “são completamente ineficazes” para prevenir riscos de exposição à radioatividade e avisam que a sua toma indiscriminada tem riscos.

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