Malária foi a doença mais comum entre refugiados em 2020 - Plataforma Media

Malária foi a doença mais comum entre refugiados em 2020

Acnur diz que outros desafios foram os danos psicológicos da Covid-19 e a desnutrição que seguem ameaçando o bem-estar da população refugiada; agência da ONU atuou para conseguir testes de detecção do vírus em países como Líbano e Bangladesh.

A Agência da ONU para Refugiados, Acnur, informou que o ano de 2020, marcado pela pandemia, revelou um outro grande desafio. A contaminação com a malária, a doença mais comum dentre a população refugiada, no ano passado.

Entre os refugiados que morreram nesse período, 20% foi vítima da malária. Para combater a doença, o Acnur contribuiu para garantir o acesso ao diagnóstico e tratamento e ajudar as comunidades a reduzir a exposição às picadas de mosquito, fornecendo inseticidas e redes mosquiteiras. 

Os danos psicológicos causados pela Covid-19 e a desnutrição aguda foram as outras principais ameaças à saúde da população refugiada, segundo o Acnur.

A agência atuou pela inclusão dos refugiados nos planos de resposta dos países contra a Covid-19, como no Líbano e em Bangladesh. 

Garantir equipamentos de proteção, aparelhos de oxigênio, testes que detectam o vírus e medicamentos também foram outras tarefas do Acnur em 2020, quando a agência também buscou garantir o acesso aos serviços de saúde mental.  

O diretor da Divisão de Resiliência e Soluções do Acnur disse que assim que os confinamentos acabaram e as restrições foram diminuindo, e a utilização dos serviços de saúde foi retomada. 

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