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Exportações: negócios que cresceram e os que caíram na crise da covid

Paulo Ribeiro Pinto

As exportações de bens caíram mais de 10% em 2020, mas houve empresas que conseguiram vender mais ao exterior do que no ano anterior e outras que perderam peso no total nacional.

A crise não teve um impacto igual em todas as atividades e isso também se vê pela recomposição, ainda que ligeira, das exportações nacionais de bens ao longo do ano passado. Houve categorias de produtos que perderam e outras que ganharam em termos de valor vendido ao exterior.

A fileira agroalimentar conseguiu ganhos significativos, comparando com 2019, mas houve outros bens que também conquistaram espaço no meio da maior crise mundial das últimas décadas. O produto interno bruto dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos recuou 4,9% em 2020, a maior contração desde 1962. É neste grupo de 37 Estados-membros que se concentram grande parte dos clientes das exportações nacionais.

Para avaliar o impacto da pandemia global nas vendas ao exterior, selecionámos apenas o grupo de bens por capítulo da nomenclatura combinada (NC2) que mais peso têm nas exportações portuguesas. No lote integrámos os produtos com uma proporção acima de 1% no total das vendas e que representam 79% das exportações totais. Desta forma, eliminámos alguns itens que apesar da sua fraca importância histórica nas vendas totais, tiveram variações muito acentuadas no ano passado face a 2019.

Da roupa de casa aos remédios

Considerando o valor das vendas e o peso relativo no total exportado, a análise feita pelo Dinheiro Vivo mostra que foram os produtos designados como “outros artefactos têxteis” que conseguiram um ganho mais significativo tanto em valor como em crescimento percentual face a 2019. Nesta categoria cabem sobretudo bens para a casa, como colchas, toalhas, lençóis, incluindo para uso hospitalar e outras roupas de cama.

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