Biden na tomada de posse com uma promessa: "Nasceu um novo dia na América". Ao vivo - Plataforma Media

Biden na tomada de posse com uma promessa: “Nasceu um novo dia na América”. Ao vivo

Joe Biden surgiu acompanhado da mulher Jill para a cerimónia de tomada de posse como o 46º presidente dos Estados Unidos, prometendo um “novo dia” para os Estados Unidos após quatro anos de tumulto sob Donald Trump, que num ato final extraordinário recusou participar na cerimónia

Duas semanas depois de os apoiantes de Trump terem invadido de forma violenta o Capitólio dos EUA para anular os resultados da eleição presidencial, Biden seguiu exatamente os mesmos passos ao lado de Kamala Harris, que se tornará a primeira mulher vice-presidente na História da América. “É um novo dia na América”, escreveu Biden no Twitter antes de seguir para a cerimónia de tomada de posse, enquanto, num sinal da sua pressão pela unidade do país, orou ao lado de líderes congressistas numa igreja católica romana.

Joe Biden, que aos 78 anos será o Presidente mais velho da História dos Estados Unidos e apenas o segundo católico, assume o cargo no meio de enormes desafios com a pandemia de Covid-19 que já ceifou 400.000 vidas nos Estados Unidos.

O centro de Washington assumiu a aparência distópica de um campo armado, protegido por cerca de 25.000 soldados da Guarda Nacional encarregados de evitar qualquer repetição do ataque de 6 de janeiro ao Capitólio, que deixou cinco mortos. O Supremo Tribunal reportou uma ameaça de bomba na manhã de quarta-feira.

Com o público em geral essencialmente proibido de comparecer devido à pandemia, a audiência de Biden no National Mall foi de 200.000 bandeiras plantadas para representar as multidões ausentes. “É um dia que muitos de nós tentámos visualizar há muito tempo. Não poderíamos ter adivinhado que o visual seria este”, disse aos jornalistas Pete Buttigieg, o ex-candidato à Presidência escolhido por Biden como secretário de Transportes.

Biden, que foi vice-presidente de Barack Obama e concorreu à presidência pela primeira vez em 1987, planeia iniciar o seu mandato com uma enxurrada de 17 decretos presidenciais para virar a página sobre o reinado divisivo de Trump.

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