Taxa de esforço dos contribuintes portugueses com a banca sobe para o nível mais alto desde a crise soberana - Plataforma Media

Taxa de esforço dos contribuintes portugueses com a banca sobe para o nível mais alto desde a crise soberana

Só em 2012 há paralelo. Banif e BPN continuam a consumir recursos públicos. Novo Banco também. E o resto do setor pode arrastar o rating do país quando moratórias e garantias públicas começarem a ser descontinuadas.

O esforço efetivo dos contribuintes para amparar os bancos (Banif e BES/Novo Banco) subiu para o valor mais elevado desde 2012, ano marcado pela crise soberana aguda e pelo ajustamento da troika e do governo PSD-CDS.

De acordo com o Tribunal de Contas, em 2019 (último ano para o qual existem dados disponíveis), apesar de já não ser um ano de crise orçamental, o Estado voltou a ser chamado a gastar quase 2,5 mil milhões de euros com aqueles dois universos bancários.

Ao abrigo do contrato assinado com a Lone Star e o Fundo de Resolução, o Estado injetou mais 1,2 mil milhões de euros no Novo Banco (NB) ao abrigo do mecanismo de capital contingente.

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