Adaptado de um dos romances mais vendidos de Stephen King, The Stand chega à HBO Portugal com um eco da realidade pandémica: quando uma praga arrasa quase toda a população do mundo, um grupo de sobreviventes vê-se dividido entre forças do bem e do mal
The Stand será sempre conhecido como o livro em que Stephen King tentou aproximar-se de um imaginário com a envergadura de O Senhor dos Anéis, em versão americana. Foi o próprio quem o assumiu. E não terá sido um processo fácil de escrita, devido ao número de personagens e histórias. As mesmas que na minissérie agora adaptada desse romance homónimo ocupam os primeiros episódios em longos flashbacks que servem para elaborar os retratos individuais dos protagonistas, uma mão-cheia de homens e mulheres imunes a uma gripe chamada Captain Trips, que dizimou mais de 99% da população mundial. O destino da humanidade, e de uma nova ordem, está nas suas mãos e terá caráter bíblico.
Como quase todas as obras de King – e esta é uma publicação de 1978 -, The Stand já tinha sido levado ao ecrã numa minissérie de 1994 transmitida pela ABC. O elenco da altura, com Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe, entre outros, era composto por um misto de rostos da televisão e do cinema, tal como acontece com aquele que os criadores Josh Boone e Benjamin Cavell reuniram para a nova adaptação, com nove episódios.
De Whoopi Goldberg a Alexander Skarsgård, passando por James Marsden e Greg Kinnear, há uma meia dúzia de caras conhecidas que ajudam a entrar neste cenário apocalíptico com os pés bem assentes na terra, e mesmo no universo de King (como é o caso do jovem ator Owen Teague, que entra nas duas últimas adaptações de It).
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