Se for reeleito a 3 de novembro, Donald Trump já prometeu fechar “muito rapidamente” um acordo com Pyongyang. Segundo os especialistas, se for Biden a vencer, a sua abordagem com Pyongyang será totalmente diferente.
Entre insultos e apertos de mãos, Kim Jong-un e Donald Trump tiveram bons e maus momentos. Mas, nesse percurso, o presidente americano nunca inspirou na Coreia do Norte o mesmo ódio que o seu líder, Kim Jong-un, diz ter de Joe Biden, um “cão raivoso” que é preciso “matar à paulada”.
O inquilino da Casa Branca, que não se cansa de celebrar a sua proximidade com o líder norte-coreano, já prometeu fechar “muito rapidamente” um acordo com Pyongyang se for reeleito a 3 de novembro, apesar do processo diplomático entre os dois países se encontrar em ponto morto há 20 meses.
Não há dúvida, segundo os especialistas, de que, se Biden vencer, a sua abordagem será totalmente diferente.
A Coreia do Norte odeia Biden pelo seu papel como vice-presidente na Administração Obama e pela sua doutrina de “paciência estratégica”. A ideia era recusar qualquer diálogo com o regime norte-coreano, se ele não fizesse concessões primeiro.
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