Indicado para chefiar a missão brasileira no Líbano, Michel Temer pretende aproveitar a viagem para promover um encontro entre grupos em conflito. Segundo ele, o papel de mediação seria exercido em conjunto com a França.
“Acho que o que o Líbano mais precisa nesse momento é paz interna e tranquilidade”, disse o ex-presidente A enorme explosão no Porto de Beirute, na terça-feira passada, deixou pelo menos 158 mortos e devastou bairros inteiros.
De origem libanesa, Temer diz ter ficado honrado com o convite de Jair Bolsonaro para coordenar a ajuda humanitária. O ex-presidente é alvo de processos que tramitam em São Paulo, Brasília e no Rio de Janeiro.