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Beyoncé mergulha de cabeça no afrofuturismo no álbum ‘Black Is King’

Laura Lewer

Novo álbum visual da diva americana, Beyoncé, é manifesto da beleza negra.

Quando subiu ao palco do Grammy há três anos para cantar o medley de “Love Drought” e “Sandcastles”, canções do disco “Lemonade”, Beyoncé, grávida de gémeos, homenageava a orixá Oxum com sua coroa e projeções de tom amarelo.

No ano seguinte, no festival Coachella, surgiu com roupa prateada e turbante inspirados na rainha egípcia Nefertiti. Ainda na era “Lemonade”, dessa vez no clipe de “Sorry”, pintou a pele das dançarinas com a obra do artista nigeriano Laolu Senbanjo.

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