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O mercado de trabalho passará o verão apenas à beira do abismo. O pior é esperado para o último trimestre do ano.
Os dados oficiais do desemprego permanecem grandemente um retrato congelado da realidade pré-covid, que não traduz ainda o peso dos perto de 180 mil novos registados em centros de emprego desde início de março. Mas do verão avista-se o precipício.
Nas intenções dos recrutadores, praticamente um quinto prepara-se para reduzir pessoal ao longo dos próximos meses. E o final do ano deverá ser pior.
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