Director do Centro Nacional de Medicina do Desporto, João Mulima, elogia a estratégia da distribuição de planilhas de treino para o período de confinamento.
“É excelente e recomendável, por minorar as perdas dos níveis da condição física, por acreditar que nenhum atleta, mesmo os de elite, confinados e em treinamento com planilha, tenham melhorado ou venham a melhorar a condição física. Contudo, a minha análise a este fenómeno é subjectiva, por desconhecer a estatística de quantos terão recebido e, destes, quantos terão cumprido ou estarão a cumprir e por desconhecer o nível de condição física destes no momento”.
O médico está convencido de que uma minoria terá cumprido ou estará rigorosamente a cumprir e, como consequência, “observaremos, com maior relevância nos desportos colectivos, há desníveis físicos acentuados no retorno imediato, obrigando as equipas técnicas a trabalho suplementar, para a compensação e nivelamento dos níveis físicos”.
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